Charles Cullen foi um <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/enfermeiro%20assassino">enfermeiro assassino</a> americano que confessou ter matado até 40 pacientes durante seus 16 anos de carreira em hospitais de Nova Jersey e Pensilvânia. Algumas estimativas chegam a 400 vítimas, tornando-o um dos serial killers mais prolíficos da história.
Sua motivação para os <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/assassinatos">assassinatos</a> nunca foi totalmente esclarecida, mas ele alegou que estava tentando aliviar o sofrimento dos pacientes, embora muitas de suas vítimas não estivessem em estado terminal. Ele usava principalmente <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/drogas">drogas</a> como digoxina e insulina em doses letais para matar seus pacientes.
Apesar de várias suspeitas e demissões de hospitais devido a comportamentos suspeitos, Cullen conseguiu encontrar emprego em novas instituições, em parte devido à <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/falta%20de%20comunicação">falta de comunicação</a> e aos receios dos hospitais em arriscar a reputação com investigações internas.
Cullen foi finalmente preso em dezembro de 2003 e condenado a várias sentenças de prisão perpétua em 2006. Sua história trágica expôs falhas significativas nos <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/sistemas%20de%20saúde">sistemas de saúde</a> e inspirou reformas para proteger os pacientes. O caso de Charles Cullen é um lembrete sombrio da importância de rigorosos processos de verificação de antecedentes, comunicação entre hospitais e vigilância constante para garantir a segurança do paciente.
A história de Charles Cullen foi retratada no filme "O Enfermeiro da Noite" (The Good Nurse), lançado em 2022.
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